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TUI DE

Rio, capital imperial

Cristo Redentor
Tranvia amarillo
Acueducto carioca
Escalera de Selarón
Teatro Municipal

O Rio de Janeiro foi a capital do Império do Brasil no século XIX. Hoje em dia, continua a ser um dos principais focos culturais, financeiros e econômicos do país.
O Rio de Janeiro iniciou sua transformação na época em que era capital imperial, com Pedro II, que empreendeu um notável desenvolvimento da cidade. Criou novos espaços públicos como hospitais, escolas e asilos e efetuou melhorias na infraestrutura urbana, instalando uma rede de esgoto. Além disso, pôs em funcionamento a primeira linha de bonde do município. Nesta época, também foram inauguradas algumas ferrovias, entre elas aquela que sobe o Morro do Corcovado.

Assim, o Corcovado acabou se transformando em um dos lugares emblemáticos da cidade, pois é neste morro de 713 metros de altitude onde fica o famoso Cristo Redentor, considerado uma das sete maravilhas do mundo. Está localizado dentro do Parque Nacional da Tijuca, qualificado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como “Reserva da Biosfera”. O espaço é ideal para passear e se perder em meio a uma mistura de montanhas, vegetação frondosa e praias dos sonhos. Em outras épocas, algumas destas zonas eram utilizadas para cultivar café, mas, atualmente, este parque ocupa mais de 3.000 hectares.

Dias antes da proclamação da República, em 1889, a cidade vivia um grande esplendor e, entre outros, um dos últimos testemunhos desse desenvolvimento foi o que ficou conhecido como “Último Baile do Império”, no qual a corte de Pedro II celebrou uma festa na Ilha Fiscal.

No início do século XX, o Rio de Janeiro conheceu a segunda etapa de um importante crescimento urbano. Foram demolidas velhas construções, ergueram-se o Teatro Municipal e o Banco do Brasil, e pôs-se em funcionamento o teleférico do Pão de Açúcar. O bondinho original foi projetado em 1909 pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira. Hoje, continua em funcionamento em uma versão mais ampla e moderna, que data dos anos 1970. Em uma incessante busca de esplendor, entre 1920 e 1950, a cidade aspirava ser a Paris dos trópicos. Hotéis luxuosos, cassinos elegantes e a aliciante vida noturna dos bairros e praias de Copacabana e Ipanema atraíam um grande número de visitantes. Foi então que o Rio passou a ser chamado de “cidade maravilhosa”.

Depois de o Brasil adotar Brasília como capital, em 1960, o Rio continuou sua imparável industrialização e modernização. Desde então, realizaram-se obras como a do metrô, a da ponte Rio-Niterói e a do aterro do Flamengo. Muitas áreas devastadas são agora zonas protegidas, como o Parque Nacional da Tijuca. Até hoje, essa modernização continua em vigor, como foi possível observar durante a renovação e construção de muitos locais para a realização das Olimpíadas de 2016: os primeiros jogos da América do Sul.

Com quase sete milhões de habitantes, o Rio é a segunda cidade mais povoada do Brasil. Seu deslumbrante Carnaval, sua grandiosa festa de Ano Novo e seus importantes acontecimentos esportivos continuam levando um grande número de turistas a este país. Seus pontos fortes são a gastronomia, a arte, a cultura, a natureza e a modernidade locais, mas também a alegria e o calor dos cariocas, sempre dispostos a receber os visitantes de braços abertos.

Escadaria Selarón

Outro exemplo que mostra como o Brasil está em constante evolução é a escadaria Selarón, joia que o viajante não pode perder. O curioso deste lugar, que fica entre a Lapa e o bairro de Santa Teresa, é ser uma obra em transição. Com seu nome, homenageia o artista que a criou, Jorge Selarón: um chileno instalado no Brasil no início dos anos 1990 e que decorou a escadaria com azulejos de cerâmica de diferentes lugares. No entanto, acabou se transformando em uma obra colaborativa: viajantes dos quatro cantos do mundo traziam azulejos dos seus países para que fossem adicionados a este mosaico.

Aqueduto da Carioca

O Aqueduto da Carioca, conhecido como Arcos da Lapa, exibe um puro estilo românico e é anterior à construção do palácio da Ilha Fiscal, hoje transformado em museu. Sua infraestrutura, feita de pedra e concreto, foi concebida para abastecer com água os habitantes da cidade colonial. Hoje é um lugar turístico utilizado como caminho para um bondinho amarelo que o atravessa.